quinta-feira, 3 de julho de 2008

Estratégia

A próxima vez que eu for ao cinema, além de pedir com licença pra chegar na poltrona que eu quero e perguntar se ela está desocupada, vou acrescentar um "você pretende conversar durante o filme?" pra ver se eu garanto as 2h de diversão que eu paguei na entrada.

7 comentários:

Enio Luiz Vedovello disse...

Tenho dado preferência a ir no Cinemark. Compro os ingressos pela internet e escolho os lugares que quero. Só fica mesmo a questão de os vizinhos calarem a boca.

Grazielle disse...

Boa idéia...

ale disse...

Ha ha ha!! Adorei a idéia, muito bom!

Maroto disse...

leva um soco inglês na bolsa. Se não calarem, tu esmurras a cara. Ainda é mais delicado e educado que falar no cinema.

Toninho Moura disse...

Eu mando calar a boca, numa boa!

venuss disse...

ENIO: o problema não é conseguir os ingressos, o problema é conseguir vizinho de poltrona silencioso.

GRAZIELLE: ainda não apliquei essa, mas é que as últimas vezes que fui no cinema a sala não tava lotada e consegui me isolar.

ALE: só espero que funcione, ainda não testei (vide comentário pra GRAZI)

MAROTO: adorei a idéia. Super delicada. Mas tem uns caras que merecem. Principalmente casal qdo um quer mostrar pro outro "olha como eu sou inteligente, eu sei o que vai acontecer antes mesmo de acontecer".

TONINHO: já arrumei tanta briga em cinema, até em fila. E isso me cansa.

Eva disse...

Ah, detesto conversadores de cinema. Eu já tentei evitá-los de vários modos. Tentei chegar cedo, pra sentar em poltronas isoladas, mas os conversadores de cinema são idiotas mas são sensíveis, eles captam minha necessidade de não ter gente conversando perto, e aí sentam grudados em mim. Tentei também partir pro pau, mas não adianta, depois do bate boca fico tão puta que não consigo curtir muito o filme. Agora, tenho duas estratégias básicas: quando se trata de um grupo maior de pessoas (leia-se aborrescentes) a fim de badernar, chamo um funcionário do cinema. E quando são casos isolados de imbecilidade, eu simplemente troco de lugar. Prefiro o pior lugar do cinema e um torcicolo supoerdolorido a ter que conviver com a expressão da burrice alheia (já reparou que quem conversa no cinema nunca, mas NUNCA tem algo interessante pra dizer?).